Qual Marta Crawford, qual quê!
Sim a tal do programa sobre sexo na TVI, aquela que dava indicações vagas e imprecisas. Esta brasileira é que sabe!
Agora imagina que era o seu!
terça-feira, 24 de julho de 2007
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Pensamento do dia
Tudo aquilo que algum idiota te diz que é urgente,é algo que um imbecil não fez em tempo útil e querem que tu, o otário, se desenrasque para fazer em tempo recorde !!
terça-feira, 17 de julho de 2007
Mercado Mediavel, Óbidos
Já que eu ñ levei máquina fotografica, o que fez o Mike mt feliz visto assim ñ lhe poder tirar fotos com os palitos na boca... e eram logo aos pares ia ficar fantastico :)
No entanto fiquei eu feliz por o Luís levar a maquina dele... Mas qual ñ foi a minha surpresa (qd tentava tirar a tal foto ao mike com os palitos) qd reparei que a maquina ñ tinha bateria....
O luís é assim...
No entanto a nossa ida a Obidos ficou registada por esta bela foto
No entanto fiquei eu feliz por o Luís levar a maquina dele... Mas qual ñ foi a minha surpresa (qd tentava tirar a tal foto ao mike com os palitos) qd reparei que a maquina ñ tinha bateria....
O luís é assim...
No entanto a nossa ida a Obidos ficou registada por esta bela foto
E ñ é k ele ás vezes diz coisas acertadas....
Eu ñ gosto mt do Nuno Markl mas tenho de admitir que este artigo é bastante realista e vai de encontro ás minhas ideias....
Axei k iam gostar de ler, e que tb pensam assim :)
"Artigo de Nuno Markl - para a geração dos 30/40"
"A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E estáperdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hojerondam os trinta. O grande choque, entre outros nessaconversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. "Quem? ", perguntou ele.Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegueviver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas sempre descalço, TomSawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui ealém..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele nãoconhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse heróicanídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dosjovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini quedava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nosprendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, amais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração:
O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem,meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu deuma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia serduplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamosnas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubouchocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem,por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, emque tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio,nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram afazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames apossíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a umadoença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de "terno" nemvia se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terraespalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas,porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na alturaaprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano numprego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir paraa praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivosmaiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"...
Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar ocarro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para sejuntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para sejuntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e elepergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquelaversão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porradade todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de algumaempresa de computadores, mas não curtiu nada."
Axei k iam gostar de ler, e que tb pensam assim :)
"Artigo de Nuno Markl - para a geração dos 30/40"
"A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E estáperdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hojerondam os trinta. O grande choque, entre outros nessaconversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. "Quem? ", perguntou ele.Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegueviver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas sempre descalço, TomSawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui ealém..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele nãoconhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse heróicanídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dosjovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini quedava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nosprendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, amais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração:
O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem,meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu deuma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia serduplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamosnas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubouchocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem,por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, emque tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio,nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram afazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames apossíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a umadoença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de "terno" nemvia se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terraespalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas,porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na alturaaprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano numprego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir paraa praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivosmaiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"...
Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar ocarro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para sejuntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para sejuntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e elepergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquelaversão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porradade todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de algumaempresa de computadores, mas não curtiu nada."
Para Desanuviar - Caril de Frango
Sei que já partilhei este pensamento (ou pelo menos parte dele) com alguns, mas para os que ainda não ouviram aqui vai. Os outros, "ouvem" outra vez! Estou-me a cagar!
Casa-de-banho, wc, lavabos, quarto de banho, toilette, escritório. A nomenclatura é variada e certamente cada um terá a sua preferida. No entanto, qualquer que seja o nome que lhe dermos, a principal razão pela qual recorremos a este estabelecimento é a mesma: Aliviármo-nos. Alívios vários. Desde os clássicos gastrointestinais e mictórios, passando pelas regurgitações, até aos alívios de stress. Acredito que o modo como nos comportamos numa casa-de-banho diz muito da nossa personalidade.
Vejamos:
Primeiro, o modo como abordamos uma sanita pública, ou até mesmo a de casa de um amigo, é bastante revelador. Os mais despreocupados, ou menos higiénicos, sentam-se "à lá gardere" e nem fecham a porta, enquanto que uma pessoa razoável ainda pondera se se senta ou se será melhor fazer a cadeirinha...Tomada a decisão, uns fazem a dita cadeirinha e sentam-se, os outros rapidamente se cansam da posição "estou a fingir que estou sentado, mas não estou" e acabam por se sentar, conformados..."também não há de ser por aí"...
Quanto ao hipocondríacos, esses, levam um banquinho, sobem para cima do mesmo e "lá aí vai carga!"(isto tudo enquanto sustêm a respiração). Esquecem-se é da 3ª Lei de Newton:
"Para cada ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade." Resultado: Salpico! (famosa expressão, oriunda do norte de Portugal que designa a técnica que permite a lavagem automática e simultânea do chassis).
Quando, finalmente, estamos no sossego do trono, esperando que a tão desejada "encomenda" seja entregue com sucesso, fazendo força (não só a inevitável força abdominal mas também força mental), torcendo para que ao som característico da "entrega de encomenda" - PLOF - não venha também acoplado, tal e qual brinde inútil de supermercado, o tal salpico, mesmo em cheio onde nós não queríamos...
Mas onde é que eu ia mesmo?! Ah!, exacto! A ideia é que quando lá estamos sentados, os pensamentos que nos ocorrem são, de um modo geral, inúteis, vá! Salvo, honrosas excepções...Obrigado às pessoas que estiveram à frente, ou atrás (como preferirem), dos cartazes dos candidatos à Camâra Municipal de Lisboa por terem ideias tão úteis...
Continuando a conversa de merda...
Alguns destes pensamentos são tão construtivos como: "olha! bem... como é que estes boxers estão tão castanhos..." ou "este papel deve ser mesmo áspero...".
Isto tudo enquanto seguramos pacientemente o queixo como uma mão, apoiando os cotovelos nos joelhos.
Terminado o serviço, saímos desta posição meditativa, diria mesmo, deste estado de transe, olhando com admiração para os dois pequenos círculos vermelhos que se formaram imediatamente acima dos joelhos devido à pressão dos nossos cotovelos. Claro que reparamos imediatamente que um dos circulos é nitidamente mais intenso do que o outro. Isto porque, a pressão exercida por um dos cotovelos foi claramente inferior derivado do facto de uma das nossas mãos (mais precisamente um dos dedos, provavelmente o indicador) ter estado ocupada em assegurar que a nossa prezada cabecinha não apanhasse um resfriado por entrar em contacto com uma superfície tão frescota como a da louça sanitária.
Chegada então o momento das higienes, também aqui há várias correntes sanitárias. Alguns, mais optimistas, organizados, metódicos, e porcos, acham que é suficiente absorver um pouquito da sujidade, recorrendo a um quadradito de papel com que pressionam suavemente de esperando que como por osmose, toda a merda seja transposta para o pequeno quadradito de papel super-absorvente!É a chamada técnica do Selo, ou do Mata-Borrão!
Outros preferem uma técnica ensinada pelos antigos, que consiste em envolver a manápula com a maior quantidade possível de papel higiénico e proceder às higienes utilizando este artefacto, já muitas vezes encontrado em túmulos egípcios, o qual permite a determinação bastante rigorosa (com uma margem de erro bastante aceitável - 2 ou 3 ervilhas) da alimentação daquela época. É a chamada técnica do Algodão Doce.
Existe ainda uma outra técnica que reúne bastantes adeptos, a qual consiste na utilização de uma porção mais ou menos assim [ ] de papel higiénico, o qual vai sendo sucessivamente dobrado em dois no intervalo de cada passagem. É a chamada técnica do Origami.
O resultado final, tem um efeito deveras espectacular. No final de dobragens sucessivas de um rectangulo de papel em metades, obtemos um incrível obecto piramidal como o qual se dá a estocada final. Existem rumores de que este passo é o que faz com que alguns homens demorem tanto tempo na casa de banho... Confontados com este facto eles dizem que são ferfeccionistas...OKAY?!
E é a quem recorre mais a esta última técnica - do origami - que acontece algo de extremamente interessante. Algo que diz muito, não só da natureza humana, mas também da nossa estupidez natural e humana, relembrando-nos que, afinal, pertencemos todos à mesma Humanidade, naturalmente...
O que sucede é que, por vezes, quando estamos nos momentos finais da nossa higiene e já efectuámos todas as dobragens de origami possíveis e imaginárias, ao fazermos uma última passagem sentimos que a pele da nossa mão acabou de ter um encontro imediato com as nossas mucosas mais privadas e chegamos à conclusão:
"Já houve merda!". No entanto, e apenas a título de confirmação, levamos a mão à narina e num misto de confirmação e de alguma admiração pensamos: "Olha, cheira mesmo a merda"! Será que estávamos à espera de algo completamentediferente. Do género: "Olha, que giro, cheira a caril de frango!".
F.
Casa-de-banho, wc, lavabos, quarto de banho, toilette, escritório. A nomenclatura é variada e certamente cada um terá a sua preferida. No entanto, qualquer que seja o nome que lhe dermos, a principal razão pela qual recorremos a este estabelecimento é a mesma: Aliviármo-nos. Alívios vários. Desde os clássicos gastrointestinais e mictórios, passando pelas regurgitações, até aos alívios de stress. Acredito que o modo como nos comportamos numa casa-de-banho diz muito da nossa personalidade.
Vejamos:
Primeiro, o modo como abordamos uma sanita pública, ou até mesmo a de casa de um amigo, é bastante revelador. Os mais despreocupados, ou menos higiénicos, sentam-se "à lá gardere" e nem fecham a porta, enquanto que uma pessoa razoável ainda pondera se se senta ou se será melhor fazer a cadeirinha...Tomada a decisão, uns fazem a dita cadeirinha e sentam-se, os outros rapidamente se cansam da posição "estou a fingir que estou sentado, mas não estou" e acabam por se sentar, conformados..."também não há de ser por aí"...
Quanto ao hipocondríacos, esses, levam um banquinho, sobem para cima do mesmo e "lá aí vai carga!"(isto tudo enquanto sustêm a respiração). Esquecem-se é da 3ª Lei de Newton:
"Para cada ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade." Resultado: Salpico! (famosa expressão, oriunda do norte de Portugal que designa a técnica que permite a lavagem automática e simultânea do chassis).
Quando, finalmente, estamos no sossego do trono, esperando que a tão desejada "encomenda" seja entregue com sucesso, fazendo força (não só a inevitável força abdominal mas também força mental), torcendo para que ao som característico da "entrega de encomenda" - PLOF - não venha também acoplado, tal e qual brinde inútil de supermercado, o tal salpico, mesmo em cheio onde nós não queríamos...
Mas onde é que eu ia mesmo?! Ah!, exacto! A ideia é que quando lá estamos sentados, os pensamentos que nos ocorrem são, de um modo geral, inúteis, vá! Salvo, honrosas excepções...Obrigado às pessoas que estiveram à frente, ou atrás (como preferirem), dos cartazes dos candidatos à Camâra Municipal de Lisboa por terem ideias tão úteis...
Continuando a conversa de merda...
Alguns destes pensamentos são tão construtivos como: "olha! bem... como é que estes boxers estão tão castanhos..." ou "este papel deve ser mesmo áspero...".
Isto tudo enquanto seguramos pacientemente o queixo como uma mão, apoiando os cotovelos nos joelhos.
Terminado o serviço, saímos desta posição meditativa, diria mesmo, deste estado de transe, olhando com admiração para os dois pequenos círculos vermelhos que se formaram imediatamente acima dos joelhos devido à pressão dos nossos cotovelos. Claro que reparamos imediatamente que um dos circulos é nitidamente mais intenso do que o outro. Isto porque, a pressão exercida por um dos cotovelos foi claramente inferior derivado do facto de uma das nossas mãos (mais precisamente um dos dedos, provavelmente o indicador) ter estado ocupada em assegurar que a nossa prezada cabecinha não apanhasse um resfriado por entrar em contacto com uma superfície tão frescota como a da louça sanitária.
Chegada então o momento das higienes, também aqui há várias correntes sanitárias. Alguns, mais optimistas, organizados, metódicos, e porcos, acham que é suficiente absorver um pouquito da sujidade, recorrendo a um quadradito de papel com que pressionam suavemente de esperando que como por osmose, toda a merda seja transposta para o pequeno quadradito de papel super-absorvente!É a chamada técnica do Selo, ou do Mata-Borrão!
Outros preferem uma técnica ensinada pelos antigos, que consiste em envolver a manápula com a maior quantidade possível de papel higiénico e proceder às higienes utilizando este artefacto, já muitas vezes encontrado em túmulos egípcios, o qual permite a determinação bastante rigorosa (com uma margem de erro bastante aceitável - 2 ou 3 ervilhas) da alimentação daquela época. É a chamada técnica do Algodão Doce.
Existe ainda uma outra técnica que reúne bastantes adeptos, a qual consiste na utilização de uma porção mais ou menos assim [ ] de papel higiénico, o qual vai sendo sucessivamente dobrado em dois no intervalo de cada passagem. É a chamada técnica do Origami.
O resultado final, tem um efeito deveras espectacular. No final de dobragens sucessivas de um rectangulo de papel em metades, obtemos um incrível obecto piramidal como o qual se dá a estocada final. Existem rumores de que este passo é o que faz com que alguns homens demorem tanto tempo na casa de banho... Confontados com este facto eles dizem que são ferfeccionistas...OKAY?!
E é a quem recorre mais a esta última técnica - do origami - que acontece algo de extremamente interessante. Algo que diz muito, não só da natureza humana, mas também da nossa estupidez natural e humana, relembrando-nos que, afinal, pertencemos todos à mesma Humanidade, naturalmente...
O que sucede é que, por vezes, quando estamos nos momentos finais da nossa higiene e já efectuámos todas as dobragens de origami possíveis e imaginárias, ao fazermos uma última passagem sentimos que a pele da nossa mão acabou de ter um encontro imediato com as nossas mucosas mais privadas e chegamos à conclusão:
"Já houve merda!". No entanto, e apenas a título de confirmação, levamos a mão à narina e num misto de confirmação e de alguma admiração pensamos: "Olha, cheira mesmo a merda"! Será que estávamos à espera de algo completamentediferente. Do género: "Olha, que giro, cheira a caril de frango!".
F.
domingo, 15 de julho de 2007
Nota de esclarecimento
Por vezes tomamos atitudes que depois nos arrependemos. Os amigos são aqueles que estão conosco para celebrar as coisas boas e para nos acompanharem nos momentos menos bons.
Quando as atitudes tomadas têm consequências nos amigos, ninguém fica contente e só tem é de pedir desculpas e tentar resolver e esclarecer a situação. No entanto e embora deva ser chamado a atenção, não deve ser recriminado e julgado sem direito a defesa.
Assim, peço desculpa pelos meus actos e já esqueci qualquer divergência subsequente, só quero virar a página sobre este assunto.
Desculpem!
Quando as atitudes tomadas têm consequências nos amigos, ninguém fica contente e só tem é de pedir desculpas e tentar resolver e esclarecer a situação. No entanto e embora deva ser chamado a atenção, não deve ser recriminado e julgado sem direito a defesa.
Assim, peço desculpa pelos meus actos e já esqueci qualquer divergência subsequente, só quero virar a página sobre este assunto.
Desculpem!
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Vendo Carro
Vou vender um carro!
Não me quero aproveitar de ninguém mas também não quero que me digam depois: "- Epá! Podias ter dito que eu estava interessado!" e por isso venho informar que entre o meu Punto de 2002 e o Almera do meu pai de 98, vou vender um deles.
Se alguém estiver interessado ou quiser mais informações digam!
Mais importante, só faço negócio com amigos se as coisas foram tratadas de forma completamente transparente e tudo preto no branco, porque não estou para me chatear com ninguém e para isso prefiro pôr um anúncio ou ir a um stand e vender a um desconhecido.
terça-feira, 10 de julho de 2007
sms
Não queime mais os pés, visite-nos e ganhe um par de chinelos para o Verão. Oferta limitada stock existente. Holmes Place.
ps: se lá forem buscar o desejado par, certamente que os vossos pés serão a única parte do vosso corpo que não sairá de lá, queimada!
ps: se lá forem buscar o desejado par, certamente que os vossos pés serão a única parte do vosso corpo que não sairá de lá, queimada!
Mercado Medieval de Óbidos
Pois é caros amigos, o Mercado Medieval de Óbidos está de volta!
Prezados amigos, prevê-se excursão ao mercado medieval de Óbidos. Estão como é claro todos convidados, apenas preciso de saber se preferem este ou o próximo fim de semana.
Deixem a vossa opinião para se marcar a data!
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Este é o meu País!


Sete do Sete de Dois Mil e Sete. Ou em estrangeiro, 07.07.07. Portugal é, neste momento, o Farol da Europa. Como já se vem tornando hábito, Portugal foi o anfitrião de mais um acontecimento prestigiante, de calibre não inferior ao Templo que acolheu os mais de 50.000 que fizeram questão em dar o seu contributo para que este fosse um evento marcante.
Recebidos pela Estátua do pantera negra ou, em alternativa, pantera cor-de-rosa, como preferirem, os 50.000 adeptos das novas maravilhas do mundo foram presenteados com um espectáculo grandioso, à altura do acontecimento...apenas não terá vindo na melhor altura, digo eu!... Mas quem sou eu para falar de crises?! Quem lá esteve certamente terá uma opinião diferente, que eu respeito e admiro, pois pelo pouco que vi, deu para perceber que não foi um evento baratucho... Por isso deixo aqui o meu profundo e sincero agredecimento aos mais de 50.000 altruístas, de coração grande, que aceitaram patrocionar este grande acontecimento.
Mais de 100000000 (vá, eu ajudo - cem milhões) votaram. 21 países contribuíram com as suas maravilhas para tornar este evento possível. Portugal, não podia ficar de fora - nós, pagámos! Como diriam os gatos, vai buscar!!!
No entanto, devemos realçar os excelente videos promocionais do nosso país que foram divulgados no estádio e que terminavam de formá épica com Cristiano Ronaldo: "Este é o meu País"!
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Férias
Também quero férias!
Anda toda a gente mais animada, uns porque foram, outros porque vão e os outros porque estão quase a ir de férias. E eu? Também merecia umas férias!
Isto de ser dedicado ao trabalho também tem limites, estou oficialmente indignado!
Proponho um abaixo assinado em prol da minha pessoa.
Também quero férias!
Anda toda a gente mais animada, uns porque foram, outros porque vão e os outros porque estão quase a ir de férias. E eu? Também merecia umas férias!
Isto de ser dedicado ao trabalho também tem limites, estou oficialmente indignado!
Proponho um abaixo assinado em prol da minha pessoa.
Também quero férias!
segunda-feira, 2 de julho de 2007
TSSHT
É quase oficial, sou um Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho de nível V!
A pós-graduação do inferno acabou finalmente, sim porque isto de ter aulas todos os dias de 2ª à 6ª, 4 horas, depois de um dia inteiro a trabalhar, não é pêra doce!
Conheci novas pessoas e fiz novos amigos, aprendi coisas novas e dou ainda mais valor a quem trabalha e estuda à noite. Saldo positivo, só fiquei triste por ter uma licenciatura e uma pós-grduação após seis anos de estudo, enquanto que actualmente com 5 anos poderia ter um mestrado... não me parece justo... mas enfim!
O importante é que agora vou ter mais tempo para mim...(o mais certo é o tempo para mim se traduzir por mais tempo de trabalho para o patrão, mas por enquanto fica a esperança...)
Subscrever:
Comentários (Atom)
